segunda-feira, 20 de agosto de 2012


quarta-feira, 2 de maio de 2012



De acordo com um estudo publicado na revista Sleep, as horas que você dorme podem impedir a influência da genética sobre o seu peso


Engana-se quem pensa que alimentação e exercícios são as únicas formas de controlar a obesidade. Há uma série de fatores que contribuem para o aumento de peso, como o estresse, metabolismo lento, genética e qualidade do sono. De acordo com um estudo publicado na revista Sleep, dormir poucas horas por dia pode engordar. As informações são do site Health News.
A pesquisa analisou peso, altura e qualidade do sono de mais de mil irmãos gêmeos e descobriu que dormir menos de sete horas por noite influencia no maior índice de massa corporal. Por outro lado, quem dorme mais de nove horas, elimina as influencias genéticas sobre o peso.
"Quanto mais tempo você dorme, a genética se torna menos importantes para determinar quanto você pesa", explicou Nathaniel Watson, co-diretor do Centro de Distúrbios do Sono da Universidade de Washington Centro de Distúrbios do Sono.
Claro, isso não quer dizer que pessoas que dormem mais são necessariamente mais magras, mas o sono acaba com a "tendência a engordar" com facilidade. "Se você dormir bem, os fatores como dieta e atividade se tornarão mais importantes para determinar o seu peso corporal do que a genética", explica Watson
Fonte: Terra

sexta-feira, 16 de março de 2012

O sedentarismo amplia a predisposição genética para a obesidade, mas é possível reduzir seus efeitos à metade caminhando a um ritmo constante durante uma hora por dia, revela um estudo apresentado na última quarta-feira (14) nos Estados Unidos.

"Nossa pesquisa mostra que caminhar em um bom ritmo diariamente reduz a influência genética na obesidade, o que se traduz pela queda à metade do índice de massa corporal (IMC)", assinalaram os pesquisadores.

O trabalho foi apresentado na conferência sobre nutrição, atividade física e metabolismo (EPI/NPAM, na sigla em inglês), organizada pela Associação Americana do Coração (AHA) reunida nesta semana em San Diego, Califórnia (oeste).

Já um estilo de vida sedentário, marcado pelo ato de ver televisão quatro horas por dia, aumenta a influência dos genes sobre o tamanho da cintura e faz subir 50% o Índice de Massa Corporal (peso dividido pela altura ao quadrado)", acrescentaram os especialistas, em um comunicado.

Uma pessoa com um IMC de 30 ou mais é considerada obesa.

Participaram do estudo 7.740 mulheres e 4.564 homens. Os cientistas colheram dados sobre a atividade física dos participantes e as horas dedicadas a ver televisão durante dois anos antes de avaliar o Índice de Massa Corporal.

O efeito da predisposição genética à obesidade foi calculado com base em 32 variações genéticas que influenciariam o aumento de peso.

Cada uma destas variantes genéticas que predispõem à obesidade podem aumentar o Índice de Massa Corporal 0,13 kg/m2, segundo os especialistas, entre eles Qibin Qi, da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard em Boston (Massachusetts, nordeste).

No entanto, este efeito pode ser reduzido nos indivíduos que realizam mais atividade física, em comparação aos que se movem menos, com perdas de 0,15 kg/m2 e 0,08 kg/m2.

Do mesmo modo, o efeito genético do sedentarismo sobre o IMC foi mais pronunciado entre os participantes que passaram 40 horas por semana vendo televisão, em comparação aos que dedicam a essa atividade uma hora ou menos. Os primeiros aumentaram 0,34 kg/m2 de IMC contra 0,08 kg/m2 para os segundos.

Segundo os autores do estudo, o americano médio vê televisão de quatro a seis horas por dia.

Os testes genéticos para determinar se uma pessoa é portadora das variações que predispõem à obesidade, no entanto, ainda não estão disponíveis ao público e os cientistas aconselham aos médicos perguntar a seus pacientes se têm antecedentes familiares
Fonte:http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/afp/2012/03/15/caminhar-uma-hora-por-dia-reduz-fator-genetico-da-obesidade.jhtm

quinta-feira, 8 de março de 2012


Mulheres fracas, fortes.
Não importa.
Mulheres mostram que mesmo através da fragilidade.
São fortes o bastante para erguerem sempre cabeça
Sem desistir, pois sabemos que somos capazes de vencer.

Temos a delicadeza das flores
A força de ser mãe,
O carinho de ser esposa,
Reciprocidade de ser amiga,
A paixão de ser amante,
E o amor por ser mulher!

Somos fêmeas guerreiras, vencedoras,
Somos sempre o tema de um poema
Distribuímos paixão, meiguice, força, carinho, amor.

Somos um pouco de tudo
Calmas, agitadas, lentas!
Vaidosas, charmosas, turbulentas.

Mulheres fortes e lutadoras.
Mulheres conquistadoras
Que amam e querem ser amadas
Elegantes e repletas de inteligência

Com paciência
O mundo soube conquistar.
Mulheres duras, fracas.
Mulheres de todas raças
Mulheres guerreiras
Mulheres sem fronteiras
Mulheres... mulheres...
Parabéns pelo seu dia

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012


Carnaval: Infectologista Alexandre Piva Sobrinho, professor do curso de Medicina da Universidade Cidade de São Paulo – UNICID aponta seis cuidados essenciais com a saúde.



Vai viajar no Carnaval? Além de passagem e hospedagem, programe-se para prevenir e combater os problemas mais comuns que podem prejudicar a saúde nos dias de folia.
Segundo o infectologista Alexandre Piva Sobrinho, professor do curso de Medicina da Universidade Cidade de São Paulo – UNICID, os maiores cuidados a serem adotados estão relacionados com o excesso de bebidas alcoólicas, uso de drogas ilícitas e ingestão de alimentos contaminados. Outro ponto que merece atenção é o risco de desidratação e alergias provocadas pelas altas temperaturas do verão.
O especialista explica que a transpiração aumenta muito nesta época, por isso, deve-se elevar o consumo de água, ainda mais se o intuito for acompanhar o ritmo dos blocos de rua, ensaios de escolas de samba e trios elétricos. O médico também alerta: “no calor, há crescimento de enfermidades transmitidas por insetos, como malária e febre amarela.

“O aumento das chuvas, muito comum neste período do ano, ainda pode trazer doenças, algumas vezes graves, como dengue e leptospirose, que podem se transformar em verdadeiras emergências médicas” ressalta Sobrinho.

Para saber como se prevenir de doenças típicas que podem ocorrer nesta época do ano, o professor indica seis dicas essenciais para adotar neste Carnaval e cair na folia sem preocupação:

Programe-se

É preciso planejar detalhadamente o roteiro de viagem levando em consideração as diferenças de clima, altitude e fuso horário, se for o caso. Procure informações sobre as doenças prevalentes do local escolhido e os seus riscos de aquisição. Atenção: se for preciso, reveja a necessidade de atualização de vacinas. “Pessoas sob cuidados especiais de saúde devem consultar o seu médico antes da viagem e obter certificado médico especificando o medicamento em uso”, ressalta o infectologista.

Evite

O excesso de bebidas alcoólicas e o uso de drogas ilícitas podem provocar consequências drásticas, como acidentes e internações por alcoolismo, desidratação e até coma alcoólico. Portanto, comemore o Carnaval sem o uso de substâncias que alterem a consciência.

Cuide-se

As doenças com relação direta ao Carnaval são as DSTs (doenças sexualmente transmissíveis), entre elas, gonorréia, sífilis, hepatite B e AIDS. Outra situação constante, que não constitui doença, é a gravidez – muitas vezes, indesejada. A melhor e única maneira de prevenção é com o uso de camisinha, que não deve ser esquecida, mesmo após algumas doses de bebida alcoólica.

Não se descuide da alimentação

O preparo de alimentos sem os devidos cuidados com a higiene pode causar as desagradáveis intoxicações alimentares, culminando em vômitos e diarréia. “Uma boa prática é a ingestão de alimentos leves e saudáveis, e tomar de dois a três litros de água por dia”, afirma Sobrinho. É muito importante manter uma alimentação saudável com muitas frutas, legumes e verduras frescas. Todas bem lavadas!

Evite queimaduras

Em regiões com altas temperaturas, é primordial evitar as tão temidas queimaduras. Não há segredos: para se cuidar, o uso diário de protetor solar com no mínimo o fator 30 de proteção é um item essencial para carregar na bagagem. “Mesmo em dias nublados, o seu uso torna-se obrigatório caso haja exposição solar. A aplicação deve ser feita a cada duas horas ou toda vez que entrar na água”, explica o médico. Acessórios como bonés, óculos escuros e guarda-sol ajudam a complementar a proteção. “Não esqueçam que até 20% dos raios solares são refletidos pela areia da praia”, afirma.

Fuja das alergias

Viagens em feriados, principalmente no verão, as pessoas também são susceptíveis a contrair alergias, por isso, é preciso ficar alerta com plantas, alimentos ou substâncias desconhecidas. Desta forma, é possível evitar as temidas reações de hipersensibilidade, que se apresentam como manchas avermelhadas, pruriginosas (muita coceira) e em alto relevo. Fique em alerta: Caso a alergia cause falta de ar, um médico deverá ser consultado imediatamente. Além disso, o bom e velho repelente e as telas de proteção também ajudam a afastar os insetos que podem causar irritações ou até doenças.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012


Estudo demonstrou que antibíóticos, frequentemente prescritos para tratar as infecções dos seios nasais, não são efetivos



Os antibióticos são ineficazes contra a maioria das infecções dos seios nasais, embora com frequência sejam prescritos por médicos, demonstrou um estudo publicado na revista JAMA (Journal of the American Medical Association).
"As pessoas que sofrem de sinusite - inflamação da cavidade nasal e dos seios nasais - não se sentem melhor ou apresentam menos sintomas quando tomam antibióticos", disse Jay Piccirillo, professor de otorrinolaringologia da Universidade de Washington em St. Louis (Missuri, centro), principal responsável por este teste clínico publicado na edição da revista JAMA de 15 de fevereiro.
"Nosso estudo com 166 adultos mostra a inutilidade dos antibióticos para tratar a sinusite comum - com frequência de origem viral. A maioria das pessoas se recupera sozinha", acrescentou.
Estes médicos compararam um grupo de participantes tratado com antibióticos e um grupo de controle, cujos participantes tomaram um placebo.
Nos Estados Unidos, um em cada cinco antibióticos com receita é prescrito para tratar a sinusite, informaram os autores da pesquisa.
Em vista da resistência crescente dos antibióticos como resultado de seu uso excessivo, era importante saber se estes medicamentos são eficazes contra a sinusite, disseram os especialistas.
"Acreditamos que os antibióticos são muito receitados pelos clínicos gerais", disse Jane Garbutt, professora associada de medicina na Universidade de Washington, outra autora do estudo.
Concretamente, os cientistas recomendam, no lugar de antibióticos como a amoxicilina, tratar a dor da sinusite com analgésicos (aspirina, ibuprofeno) e a congestão nasal com descongestionantes.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012


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